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Cordelista paraibano lança “DICIONÁRIO DE PARAIBÊS” em forma de cordel



O cordelista Vicente Campos Filho lançou recentemente um folheto de cordel denominado “Dicionário de paraibês”. Em forma de versos, estão dispostos 170 termos utilizados, principalmente no interior paraibano, todos eles acompanhados de seus respectivos sinônimos.

Há cinco anos residindo em João Pessoa, o paraibano da cidade de Patos diz que se utiliza da experiência adquirida durante os seus 44 anos de vida no sertão. “Os termos regionais apresentados nesse cordel representam o que há de mais puro no vocabulário de pessoas que moram no interior”, revela Vicente Campos Filho.
Autor de mais de três dezenas de cordéis, Vicente Campos Filho distribui os seus folhetos para comercialização nas diversas lojas especializadas em produtos para turistas da nossa capital e em bancas de revistas. Ele conta que este em especial, se destina à promoção da nossa cultura entre os que visitam a Paraíba. “O Dicionário de paraibês tem sido muito bem aceito entre os turistas que aqui chegam e que buscam informações sobre a cultura paraibana. Vários outros cordéis que tenho publicado são bem aceitos. Mas este tem superado as expectativas. Tanto turistas como nativos se deliciam com os termos apresentados”.
Os cordéis de Vicente Campos Filho revelam a veia humorística do autor que diz gostar de provocar risos nas estórias contadas em forma de versos. “Gosto muito quando vejo alguém folhear um de meus cordéis e exibir um ar de riso ao ler algumas estrofes”, confessa.



Algumas estrofes:


Um mau cheiro é uma CATINGA

Também pode ser INHACA

Na axila é SUVAQUEIRA

Quem fecha um botão ATACA

Quem se vai PEGA O BECO

Quem entra em casa EMBURACA.

Longe é a BAIXA DA ÉGUA
O ali é ACULÁ

Devagar é SÓ NA MANHA

Correr é DESIMBESTAR

O de cima é o de RIBA

Botar no chão é ARRIAR.

Mulher bonita é VISTOSA
Mulher feia é CANHÃO

Quem se zanga DÁ A GOTA

Quem dá bronca DÁ CARÃO

Menino que anda lento

OH... MENINO REMANCHÃO!

O otário é MANÉ
O malandro é MALAQUIA

Estar com pressa é AVEXADO

Dizer: “Vem logo” é “AVIA”

E quem se espanta com algo
Diz assim: “AFF MARIA!”.

29.4.11

EM UMA VIAGEN PELO VELHO SERTÃO PARAIBANO, TIVE UMA GRATA SURPRESA ENCONTREI DOIS NINHOS QUE HOJE EM DIA JÁ É RARO ENCOTRA, DO PASSARO CANTADO EM VERSOS E PROSA PELO GRANDE PARAIBANO MAIS PRECISAMENTE ALAGOAGRANDENSE JACKSON DO PANDEIRO, CASACA DE COURO PRA QUEM NÃO CONHECIA AI ESTÃO.


ARMAS ANTIGAS


VELHOS LÂMPIÕES

O VAQUEIRO NORDESTINO

O VELHO BERRANTE DO VAQUEIRO NORDESTINHO

VELHAS SARAFINAS



UMA PRENSA DE FAZER OSTEA EM CIMA DE UM VELHO BAU



QUEM NÃO LEMBRA DA VELHA FIADEIRA DE ALGODÃO

A VELHA SELA DO VAQUEIRO NORDESTINO


AS VELHAS CHALEIRAS DE AÇO E FERRO DE ENGOMAR DE BRASAS

ALGUMAS ANTIGUIDADES, MAQUINAS DE CUSTURA, RELÓGIOS DE PAREDES, UMA REGISTRADORA, MAQUINAS DATILOGRAFICAS E UM VELHO MIMINGRAFO


MAIS ANTIGUIDADES

AI ESTÃO: CHUCALHOS, UM PINICO DE ALUMINIO, UMA MAQUINHA DE PÉ DE COSTURAR COURO, UM VELHO VENTILADOR E MAIS ALGUMAS COISAS ANTIGAS

ALGUNS RELÓGIOS ANTIGOS


AQUI ESTÃO ALGUNS APARELHOS ANTIGOS DE COMUNICAÇÃO

QUE SAUDADE DO VELHO JAVA, AQUI ABANDONADO COM UMA FOTO DO SEU VELHO DONO O CONDUZINDO

AI ESTA DUAS DESPOUPADORA DE ARROZ, UMA ANTIGA SERRA DE MADEIRA E NO QUANDO VEMOS UM ANTIGA PUA DE FURA MADEIRA E UM VELHO MACHADO

PARA QUEM NÃO CONHECE AI ESTA O VELHO E SAUDOSO CARRO DE BOI

UMA VIAGEM AO PASSADO ATRAVÉS DE ALGUMA IMAGENS